Perguntas frequentes

Fui diagnosticado com RVU na infância. Meus filhos podem ter?

Sim. A RVU também tem origem congênita e são grandes as chances de atingir pais, filhos e irmãos. O recomendado é consultar um urologista ou pediatra para fazer os exames.

Meu filho terminou o tratamento. Não preciso mais levá-lo ao médico?   

Mesmo com o fim do tratamento é preciso fazer um acompanhamento de longo prazo. Deve-se checar a pressão arterial, fazer análise de urina, controle da função renal e exames de imagem e ultrassom.

Existe cura para a RVU?

Sim, o tratamento é longo e pode durar por alguns anos, mas 80% dos casos são curados apenas com antibióticos. Em todas as situações é imprescindível o acompanhamento médico e o retorno caso alguns dos sintomas apareça novamente.

A RVU pode ter consequências graves para crianças menores de 5 anos?

Sim, a doença é dividida em 5 níveis, sendo o mais leve do menor para o maior. A infecção das bactérias causada nos rins pode danificar definitivamente o funcionamento destes órgãos, mesmo em situações mais leves. O que diferencia um grau do outro é a dificuldade e o tipo do tratamento escolhido.  

Como posso descobrir se meu filho pequeno está com RVU?

A melhor indicação é a ida ao pediatra ou urologista. Mas nem sempre crianças tão pequenas conseguem descrever o problema, por isso, alguns sinais como febre, náuseas, diarreia, falta de apetite e irritabilidade podem ajudar a desconfiar e procurar um médico para fazer o diagnóstico.