Perguntas Frequentes

Pessoas com problemas de coração devem evitar fortes emoções?

Sim, pois a adrenalina pode acelerar demais o coração e levar a pessoa a um infarto.

Pessoas magras sofrem infartos?

Sim. A pessoa pode não ser obesa, mas se não mantiver hábitos saudáveis, fumar ou sofrer de hipertensão pode ter aumentada a possiblidade de infarto.

Jovens sofrem infartos?

Sim. Aumenta a cada ano o número de pessoas com 20 a 40 anos de idade infartando. Isso se dá por conta do aumento dos fatores de risco, como vício em drogas, estresse e tabagismo.

Infarto sempre é fatal?

Não. Nem todas as pessoas que sofrem um infarto chegam a óbito. O socorro rápido é essencial para salvar vidas. Mas o quadro clínico de cada paciente é variável e por isso, alguns resistem outros, infelizmente não.

A dor no peito é o principal sintoma do infarto?

Geralmente é o sintoma mais forte que o paciente sente. Se a pessoa sentir dores fortes e fizer parte do grupo de risco, é importante procurar o serviço de saúde com urgência. Em mulheres, no entanto, os sintomas são menos dramáticos: desconforto no peito, enjoo, falta de ar, dores no pescoço e na mandíbula.

Beber água e tossir diminui a dor do infarto enquanto estou a caminho do hospital?

Não. A dica neste momento é manter a calma e seguir rapidamente para um hospital ou chamar o serviço de atendimento de urgências, pois eles poderão dar os primeiros socorros da forma adequada.

Tive infarto, terei sequelas?

Nem todas as pessoas infartadas ficam com alguma sequela. Esse diagnóstico depende de diversos fatores, entre eles o socorro rápido e o histórico de saúde do paciente.

Posso ter vida normal após o infarto?

 Se o paciente não ficar com sequelas, ele poderá manter sua rotina de trabalho e vida social, porém, com alguns cuidados extras para que não corra o risco de sofrer um novo infarto. Pessoas infartadas devem rever seu dia a dia e incluir atividade física, alimentação saudável e jamais fumar.