Sintomas

A incontinência urinária atinge aproximadamente 5% da população mundial de todas as idades, acometendo com mais frequência mulheres e idosos, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). São 10 milhões de brasileiros com esta condição.

 A IU também pode surgir como um sintoma de alguma doença, como infecção urinária, cálculo vesical, tumores de bexiga, poliúria e outras doenças neurológicas como Parkinson, sequelas de AVCs ou lesões na medula.

Qualquer pessoa pode ter IU, mas ela não é igual em todos. Existem três formas principais de incontinência urinária:

  • Incontinência urinária de esforço: esse tipo de perda urinária ocorre quando a pessoa não tem força muscular pélvica para reter a urina. Sendo assim, as perdas urinárias serão desencadeadas por atividades como espirrar, tossir, rir, levantar pesos ou fazer algo que põe a bexiga sob pressão ou estresse.
  • Incontinência urinária de urgência: é um desejo tão forte e repentino de urinar que a pessoa não consegue chegar ao banheiro. Pode ocorrer também quando há uma pequena quantidade de urina na bexiga.
  • Incontinência mista: as perdas urinárias ocorrem durante um esforço e também na presença de urgência.

Incontinência urinária em atletas de alto impacto

Quem realiza atividades físicas de alto impacto também não está livre da incontinência urinária. Durante a prática esportiva, há aumento da pressão intra-abdominal, que pode causar um impacto sobre o assoalho pélvico de três a quatro vezes mais que o peso do atleta.

Esportes que incluem contração abdominal máxima de forma repetitiva, como atletismo, artes marciais, fisiculturismo, basquete, futebol, aumentam a ocorrência de IU.