Perguntas frequentes

Tive poucos parceiros no último ano. Corro algum risco de ter contraído alguma DST?

A contaminação por DST’s não está ligada apenas a quantidade de parceiros, mas à utilização de preservativos durante o ato sexual. Porém, leva-se em conta que quanto mais parceiros sexuais, maiores são as chances de ter alguma relação sem proteção.

Existe vacina para a prevenção das DST’s?

Para a maioria o melhor método ainda é o uso de preservativos, mas algumas DST’s já contam com vacinas que aumentam a proteção, como a do HPV. Ela está disponível no sistema público de saúde para jovens de 9 a 13 anos e para uma maior eficiência na proteção deve ser aplicada antes do início da vida sexual.

Posso usar a pílula anticoncepcional como método de prevenção?

A pílula anticoncepcional é preventiva apenas no sentido da gestação. Ela evita que o espermatozoide fecunde o óvulo e não apresenta eficácia nenhuma contra qualquer DST.

Deixei de usar camisinha durante o sexo apenas uma vez. Corro algum risco?

Sim.  Caso o seu parceiro (a) esteja infectado por alguma DST é necessário apenas uma única relação sem proteção para contrair a doença.

DST tem cura?

Pela grande variedade de agentes contaminadores, os tratamentos são muitos diversificados. Alguns podem ser tratados com penicilina e outros antibióticos, mas DST’s como a AIDS e o HPV não têm cura e são apenas controláveis com medicação e acompanhamento médico. 

Sexo oral apresenta menor risco de contaminação do que sexo com penetração?

Cada doença tem um risco diferente de contaminação, mas todas podem ser transmitidas pelas mucosas, seja na área genital ou na boca. A única forma de reduzir os riscos é pelo uso de preservativo.

Como posso saber se estou com uma DST?

Os sintomas de algumas DST’s podem levar semanas e até anos para começarem a aparecer no organismo. A melhor forma de descobrir e confirmar o diagnóstico é consultar um médico após a prática de sexo sem proteção. Isso garante um tratamento com maiores chances de sucesso.