Ministério da Saúde altera regras de vacinação para pacientes oncológicos

Ministério da Saúde altera regras de vacinação para pacientes oncológicos

No dia 28 de abril foi apresentado um novo documento que beneficia quem tem câncer

Postado em 05.05.21


 

O Ministério da Saúde, por meio da CGPNI (Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunização) e do DEIDT (Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis) da SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde) apresentam a 6ª edição do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19.

As informações contidas no plano são atualizadas de acordo com as novas evidências, estudos, conhecimento das vacinas, cenário epidemiológico e a aquisição de novos imunizantes aprovados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O plano está dividido em 10 partes, sendo:

  1. Situação epidemiológica e definição do público - alvo para vacinação
  2. Vacinas contra a Covid-19
  3. Farmacovigilância
  4. Sistemas de Informação
  5. Operacionalização para vacinação
  6. Monitoramento, supervisão e avaliação
  7. Orçamento para operacionalização da vacinação
  8. Estudos pós-marketing
  9. Comunicação
  10. Encerramento da campanha de vacinação

Essa edição, aberta no dia 28 de abril, beneficia os pacientes oncológicos. Agora não será mais necessário prescrição médica para vacinação, o que acarretaria uma certa burocracia para esse grupo de pessoas.

Caso o paciente tenha dúvidas quanto a vacinação, recomenda-se entrar em contato com o seu médico a fim de esclarecer todas as questões e, assim, decidir qual o melhor momento para a vacinação.

Veja como estava o artigo na 5ª edição:

4.1.7 Pacientes oncológicos, transplantados e demais pacientes imunossuprimidos

A eficácia e segurança das vacinas COVID-19 não foram avaliadas nesta população. No entanto, considerando as plataformas em questão (vetor viral não replicante e vírus inativado) é improvável que exista risco aumentado de eventos adversos. A avaliação de risco benefício e a decisão referente à vacinação ou não deverá ser realizada pelo paciente em conjunto com o médico assistente, sendo que a vacinação somente deverá ser realizada com prescrição médica.

Veja como ficou na 6ª edição:

4.1.7 Pacientes oncológicos, transplantados e demais pacientes imunossuprimidos

A eficácia e segurança das vacinas COVID-19 não foram avaliadas nesta população. No entanto, considerando as plataformas em questão (vetor viral não replicante e vírus inativado) é improvável que exista risco aumentado de eventos adversos. Recomenda-se que a avaliação de risco benefício e a decisão referente à vacinação ou não deverá ser realizada pelo paciente em conjunto com o médico assistente. No entanto, de maneira geral, recomenda-se que esses indivíduos sejam vacinados, salvo situações de contraindicação específica.

Clique aqui para ver a 6ª edição do Plano.