Tratamento

Se a migração dos testículos para a bolsa escrotal não ocorrer de forma natural até o primeiro ano da criança, o urologista pediátrico provavelmente recomendará a cirurgia, chamada orquidopexia.

Se o testículo estiver localizado na virilha, a orquidopexia será realizada por uma pequena incisão nessa região. As crianças, em geral, vão para casa no mesmo dia, após o procedimento. Quando o testículo não é sentido na virilha, ele pode estar no abdômen ou ausente. Neste caso, outros exames serão necessários.

Há ainda um tratamento inicial com gonadotrofina coriônica (Hcg) que provoca o amadurecimento transitório e mais rápido do testículo, auxiliando na fase de migração.