Instituto Lado a Lado lança crowdfunding da campanha Novembro Azul; saiba como ajudar

Instituto Lado a Lado lança crowdfunding da campanha Novembro Azul; saiba como ajudar

É possível contribuir com qualquer valor, a partir de 10 reais; financiamento coletivo estará no ar até dia 31 de dezembro


 

Redação LAL - Você pode contribuir com a campanha Novembro Azul, do Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL), e ajudar a salvar vidas de brasileiros. Já está no ar o crowdfunding da campanha na plataforma Kickante. Para ajudar, clique aqui .

É possível contribuir com qualquer valor, a partir de 10 reais. Ao contribuir com R$ 250, uma camiseta da campanha 2019 #azultitude será enviada em recompensa. Se a escolha for por doar R$ 2000, o apoiador receberá uma pulseira Vivara Life criada exclusivamente para a campanha.

O crowdfunding do Novembro Azul estará no ar até dia 31 de dezembro de 2019. "Queremos atrair cada vez mais apoiadores para as nossas causas. Estimular a participação com apoio financeiro incentiva que o doador acompanhe o que está sendo realizado com o recurso arrecadado. Como somos uma Organização pautada pela transparência, pela ética e valores sólidos, queremos essa participação ativa dos doadores", afirma Marlene Oliveira, presidente do LAL.

Fundado em 2008, o Instituto Lado a Lado lançou a campanha "Um Toque, um Drible", para chamar a atenção para os exames de diagnóstico precoce do câncer de próstata, o segundo tipo mais comum entre os homens brasileiros, com cerca de 68 mil novos casos e 13 mil mortes por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer).  Em 2011, inspirada no movimento australiano Movember (Moustache/November, em livre tradução Bigode/Novembro), a presidente do LAL lançou o Novembro Azul, que, em pouco tempo, ganhou projeção e se transformou em uma ação de domínio público.

"O nosso objetivo com a campanha Novembro Azul vai além do alerta para o diagnóstico precoce do câncer de próstata. O trabalho mais importante do Instituto Lado a Lado pela Vida é promover o acesso dos homens brasileiros a uma linha de cuidados, seguindo os moldes dos avanços alcançados pelas mulheres na sua jornada dentro do Sistema Único de Saúde (SUS)", afirma Marlene.