O que é?

É uma inflamação do músculo cardíaco que provoca sua ampliação e enfraquecimento. A condição compromete a capacidade de bombear sangue, podendo levar à insuficiência cardíaca.

 Existem quatro tipos diferentes de cardiomiopatia. O mais comum é a cardiomiopatia dilatada, que atinge pessoas de 20 a 60 anos, e ocorre quando o coração não bombeia sangue suficiente. Na cardiomiopatia restritiva, o músculo cardíaco se torna duro e rígido, comprometendo o fluxo sanguíneo. O terceiro tipo, cardiomiopatia hipertrófica, se caracteriza pelo espessamento das paredes do coração, que bloqueia o fluxo de sangue para fora do ventrículo.

 A cardiomiopatia arritmogênica do ventrículo é um tipo raro que ocorre quando o tecido do músculo cardíaco é substituído por um tecido cicatrizado, afetando os sinais elétricos do coração.

Sintomas

Quando as câmaras do coração ficam dilatadas, o bombeamento de sangue é comprometido. Para tentar compensar, ele dilata ainda mais as câmaras. Com o passar do tempo, o coração fica mais fraco e pode ocorrer insuficiência cardíaca, que apresenta os seguintes sintomas:

  • Falta de ar
  • Inchaço nas pernas ou abdômen
  • Tosse
  • Fadiga
  • Arritmia

Fatores de Risco

Na maioria dos casos, as causas da cardiomiopatia são desconhecidas. Em outros, é possível identificar alguns fatores ligados ao surgimento, como: pressão alta de longo prazo, problemas nas válvulas cardíacas, infecções virais, condições genéticas, deficiências nutricionais, distúrbio de tireóide, diabetes e alcoolismo.

Prevenção

Por ter causas desconhecidas, em muitos casos não é possível prevenir a cardiomiopatia. No entanto, há como reduzir o risco, evitando alguns fatores ligados ao seu surgimento, como álcool e drogas. Uma dieta balanceada, controle da pressão e exercícios físicos regulares também são indicações para afastar o risco.

Tratamento

Quando a cardiomiopatia é assintomática, o tratamento, muitas vezes, não é necessário. Em outros casos, tratamentos específicos dependerão do tipo de cardiomiopatia, dos sintomas e causas do problema. Podem envolver medicamentos, cirurgia, procedimentos não cirúrgicos e mudanças no estilo de vida.