Tromboembolismo e AVC

Fatores de Risco

Os fatores de risco para AVC são os mesmos que provocam ataques cardíacos:

Colesterol alto: altas taxas de colesterol podem aumentar o risco de doenças cardíacas, que por sua vez são importantes fatores de risco para o acidente vascular cerebral. Além disso, a formação de placas de gordura nas artérias pode causar bloqueio do fluxo de sangue para o cérebro e assim causar um AVC isquêmico.

Diabetes: não há razões claras para esse fator de risco, mas sabe-se que, de acordo com estudos, o risco é cerca de duas vezes e meia maior em diabéticos do que outras pessoas.

Doenças cardíacas: pacientes que já tiveram um infarto do miocárdio ou têm angina apresentam risco maior de AVC do que pacientes sem doença coronariana. Há um tipo de arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial que também aumenta o risco.

Hipertensão arterial: também conhecida como pressão alta, é o principal fator de risco para o AVC. Pessoas com esse problema têm chances de quatro a seis vezes maiores de terem um acidente vascular cerebral. Isso ocorre porque a hipertensão leva ao enrijecimento das artérias, que pode levar a bloqueios ou obstruções de vasos sanguíneos e ao enfraquecimento das paredes das artérias. O risco de AVC é diretamente proporcional aos níveis de pressão arterial.

Sedentarismo: não praticar exercícios físicos regularmente é um fator de risco para doenças cardiovasculares e AVC. A atividade física também ajuda a controlar o colesterol, a diabetes, a obesidade e também a diminuir a pressão arterial.

Tabagismo: a fumaça do cigarro pode produzir diversos danos nas artérias do cérebro. Além disso, fumar aumenta a pressão arterial e aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos.

O tromboembolismo venoso pode apresentar os seguintes sintomas:

O tratamento com medicação anticoagulante, que age "afinando" o sangue e diminuindo a formação dos coágulos, é a forma mais comum utilizada pelos médicos para controlar e impedir complicações como a embolia pulmonar.